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Vídeo: Magno Malta lança pré-candidatura à Presidência

Vídeo: Magno Malta lança pré-candidatura à Presidência

Imagem: DivulgaçãoO senador Magno Malta (PR-ES) entregou nesta terça-feira (18) uma carta ao presidente do PR, senador Alfredo Nascimento (AM), pedindo apoio para representar o partido nas eleições para presidente da República. O documento foi entregue no gabinete da liderança do PR no Senado, com a presença de políticos, amigos e correligionários.

Malta disse que está “à disposição do partido para disputar a Presidência por vários motivos”. “O primeiro é para não ficar omisso, e depois não quero ficar arrependido por não ter pelo menos tentado de forma democrática e legal”.

Na carta entregue ao partido, o senador destaca que participou dos três últimos governos. “Do senhor Fernando Henrique Cardoso, quando assisti o nascimento do Plano Real, trazendo importantes transformações para nossa economia, que hoje está dando sinais de estagnação, ao lado do senhor Luiz Inácio Lula da Silva aplaudi de pé o Luz para Todos, Caminho do Campo e Bolsa Família, uma ação concreta em favor da maioria carente, e com a senhora Dilma Rouseff, também testemunhei a luta pela continuidade da política social e o lançamento do Plano de Aceleração do Crescimento que beneficiou todos estados, principalmente os mais necessitados”.

“Sou conhecedor do pivô mais dramático deste problema que aflige o povo brasileiro e emperra o desenvolvimento da nossa pátria amada, mas sofrida pela desigualdade e pela dor da maioria que vive assustada e sem perspectiva de dias melhores”, relata Malta.

Fonte: Terra

Pastores comemoram fim do polêmico PL122

Pastores comemoram fim do polêmico PL122 e agradecem empenho dos cristãos-Assista

dezembro 18, 2013 Por (nome do autor)  · 7 Comentários
Arquivado em: Informações Gerais
pl122

Com o apensamento ao projeto no Novo Código Penal do Projeto de Lei 122/2006 pela maioria dos senadores, ficando o PL 122 sem tramitar no Senado, pastores e todos quantos se empenharam em impugnar o projeto comemoram o fim do conhecido projeto da “homofobia”.-Confira, entenda, assista e comente…

O Plenário do Senado aprovou, na terça-feira (17), com 29 votos favoráveis, 12 contrários e 2 abstenções, requerimento dosenado-federal-brasilia senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) para que o projeto que criminaliza a discriminação de homossexuais (PLC 122/2006) seja apensado(juntado) à proposta de reforma do Código Penal (PLS 236/2012).

senador-Eduardo-LopesDesta forma o PL122 passa a não ser discutido de uma forma separada, mas incorporada ao Código Penal que segundo o senador Eduardo Lopes destacou que o Código Penal já trata do assunto ao tipificar criminalmente a intolerância, o racismo e todo tipo de violência. Ele explicou que, por versarem sobre temas correlatos, não há sentido para que as proposições tramitem separadamente. Em apoio a Eduardo Lopes, o senador Magno Malta (PR-ES) disse que a criminalização da homofobia depende da tipificação desse crime no Código Penal, o que justifica o apensamento.

O pastor Silas Malafaia um dos pastores que se empenhou na causa contra a aprovação da PL122, através do seu Twitterpastor-silas-malafaia-comemora-pl122-apensado-ao-cpcomemorou com alegria a conquista e agradeceu o empenho dos parlamentares da bancada evangélica que foram cruciais nesta vitória.

pastor-marco-feliciano-comemora-pl122-apensado-ao-cpJá o pastor Marco Feliciano também usou a rede social para expressar sua alegria pela vitória, como ele se referiu ao ver a PL122 sendo juntado à proposta de reforma do Código Penal (PLS 236/2012). O pastor Marco Feliciano, assim como o pastor Silas foi os que sofreram afrontas do movimento LGBT liderado por ativistas gays, que no barulho queriam a aprovação do PL122.

O Deputado/pastor Magno Malta postou em seu portal matéria denominadaMagno Malta comemora sepultamento do PLMAGNO MALTA122“, onde também expressa sua alegria em ver, como referiu no post como o sepultamento do PL122 e escreveu as palavras que usou no plenário quando falava do fim da luta polêmica, de mais de 10 anos, dizendo: “A família brasileira vai poder criar filhos felizes nos moldes de Deus, pois o PL 122 foi sepultado, jogado no lixo e está definitivamente morto”.

O pastor/Deputado Magno Malta postou um vídeo em comemoração ao fim da PL122 – Assista e comente…

Confira os Senadores que votaram contra, a favor e abstenções e comente…

post inforgospel.com.br -18/12/13

senadores-que-votaram-na-pl122-contra-e-a-favor

 

Ação da bancada evangélica leva Câmara dos Deputados a extinguir subcomissão de direitos humanos cri

Ação da bancada evangélica leva Câmara dos Deputados a extinguir subcomissão de direitos humanos criada por Jean Wyllys

Ação da bancada evangélica leva Câmara dos Deputados a extinguir subcomissão de direitos humanos criada por Jean Wyllys

Os parlamentares contrários à permanência do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) sofreram uma derrota significativa esta semana na Câmara dos Deputados.

Liderados por Jean Wyllys, o grupo havia abandonado a CDHM quando Feliciano foi eleito, e criado a subcomissão de Direitos Humanos e Minorias Culturais, como parte da Comissão de Cultura (CC).

Entretanto, o ex-presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos )PSDB-GO), entrou com um pedido de extinção da subcomissão junto à direção da Casa, alegando que a existência de um grupo de trabalho para os mesmos temas da CDHM feria o regimento interno da Câmara, que proíbe a “vazão de competência”.

A decisão da presidência da Câmara dos Deputados, favorável ao deputado Campos, foi questionada pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que é presidente CC. No entanto, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Casa, foi enfático em sua postura, de acordo com informações da Folha de S. Paulo.

“Não houve nenhuma violação. A Comissão de Cultura criou uma Subcomissão Permanente de Direitos Humanos, conflitando com a Comissão Técnica Permanente de Diretos Humanos”, pontuou.

Para o deputado Jean Wyllys, a ação de Campos e a decisão de Alves foram um “golpe na laicidade do Estado, um ato de homofobia e um desrespeito à Comissão de Cultura”.

Ao portal G1, Wyllys entende que a extinção da subcomissão foi “preconceituosa” e caracterizou “uma violência decorrente de um fundamentalismo religioso”.

“Na história da Câmara, nunca uma presidência extinguiu uma subcomissão. Eles fizeram isso justamente numa subcomissão presidida por um deputado gay. É uma posição homofóbica. Não há amparo no regimento interno para extinguir a comissão”, disse, em tom acusatório.

Por Tiago Chagas, para o Gospel
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