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Pastor Dirigente da Igreja Pentecostal Palavra da Fé

CELEBRANDO HANUKÁ por Pastor Alessandro Magno

CELEBRANDO HANUKÁ:
O que significa a palavra hebraica “Hanuká”?
“Hanuká” (ou “Chanucá”) significa “consagração” ou “dedicação”.
Esta festa é também conhecida como a Festa das Luzes. Em João 10.22:23, vemos Yeshua (Jesus) passeando no Templo na comemoração da Festa da Dedicação. Essa passagem é a única passagem bíblica no Novo Testamento que se refere à referida festa. Não encontramos esta celebração na Lei porque o fato que deu origem a esta festa ocorreu no ano 162 a.C., embora a palavra “Hanuká” e seus derivados apareça várias vezes no Antigo Testamento, em especial no livro de Neemias.

CONTEXTO HISTÓRICO DE HANUKÁH:
Vindo da Macedônia, o império grego expande-se de maneira significativa, conquistando desde o Egito, Oriente Médio, até a Índia. 
Depois da morte de seu grande Imperador, Alexandre (336-323 a.C.), vários generais lutam pelo controle do Império. O imperador selêucida, Antiochus Epiphanes (175-163 a.C.), conquista o domínio sobre a região do Oriente Médio e investe fortemente contra toda a região da Judéia, impondo os costumes, as tradições, a religião e o pensamento grego Helenístico. Para os judeus, ele proíbe a circuncisão, a observância do Shabat, todas as restrições de comida (Kashrut), e estipula que apenas porcos poderiam ser sacrificados no Templo. Ele mesmo, num gesto de desrespeito e profanação, oferece um porco como sacrifício a Zeus, no interior do templo, no Santo dos Santos. Todos os utensílios do interior e exterior do templo são retirados, e o local passa a ser mais um templo do deus grego Zeus.
É interessante frisar que a cultura e o pensamento grego eram muito bem aceitos pelos povos dominados. O culto à mente humana, aos pensamentos filosóficos revolucionários e modernos eram vistos como expressões de uma cultura extremamente mais desenvolvida. Com exceção de Israel, o pensamento e os costumes helenísticos eram aceitos, quase em sua maioria, de maneira espontânea e não obrigatória, já que um dos aspectos gregos de domínio era a não imposição da sua religião. Os povos dominados eram todos politeístas e a aceitação de um ou mais deuses de uma cultura muito mais avançada não representava grande problema. Mas, é claro, com a nação de Israel não foi assim! 
Os judeus sempre foram um povo distinto e separado das outras nações pelo fato de crerem em um só Deus e de terem mandamentos, estatutos e ordenanças específicos. Por este motivo, o domínio grego em Israel foi bem mais brutal e violento.
Certo dia, um oficial sírio ordena que Matitiahu Ha Macabí (Mateus, “o Martelo” ou “o Macabeu”), cabeça de uma importante família de sacerdotes do Templo, oferecesse um porco no altar. Matitiahu, juntamente com seus cinco filhos, dão início a uma revolta judaica, matando o oficial sírio e todos os seus soldados. Sob a liderança de Matitiahu, outros judeus aderem à revolta. Por oito anos o exército dos Macabeus lutou pela libertação de Jerusalém e de Israel. Após a morte de Matitiahu, seu terceiro filho, Yehuda Há Macabí (Judá, “o Macabeu”), assume o controle da revolta e leva o exército dos Macabeus à vitória sobre o exército grego-sírio no ano de 165 a.C.

O MILAGRE DE HANUKÁH:
Livres então do domínio e da ocupação do exército grego-sírio, os Macabeus dão início à purificação do Templo em Jerusalém. No dia 25 do mês de Kislev, no ano 162 a.C., eles realizam com grande celebração a rededicação do Templo com a consagração de um novo altar. O chamado “ner tamid” (fogo eterno do altar – Lv. 6.13) foi novamente aceso na Menorá, o grande candelabro de sete pontas do interior do templo. Mas o óleo de oliva consagrado para queimar na Menorá era suficiente para mantê-la acesa por apenas um dia e levaria no mínimo uma semana para se preparar mais óleo Então, por um milagre do Deus Todo Poderoso, o fogo na Menorá continuou queimando por mais 8 dias, tempo necessário para a preparação do novo óleo, conforme o relato no livro de 2º Macabeus.
Mas o milagre não foram só os oito dias da queima do óleo na Menorá do interior do Templo, mas também a vitória do exército dos Macabeus sobre o poderoso exército sírio-grego. Eles lembram que o exército dos Macabeus era, em sua maioria, composto por sacerdotes, os quais não possuíam experiência em batalhas, armas ou táticas de guerra. Eles se refugiavam nos montes e nas cavernas ao redor de Jerusalém e atacavam de noite, sob a forma de ataque surpresa em diferentes pontos da cidade.

A FESTA DE HANUKÁH PARA OS JUDEUS:
Desde então, os judeus celebram a chamada Festa da Dedicação (ou festa de Hanuká) todos os anos durante oito dias, representando os oito dias do milagre do fogo no Templo. O maior símbolo de Hanuká é o candelabro de nove pontas – a “Hanukía”, como é chamada. A Hanukía possui oito velas e uma vela central, mais alta que as outras, chamada de “Shamásh” (servo, a lâmpada mestra), com a qual todas as oito velas são acessas, uma a cada dia. É costume judaico colocar a Hanukía na janela das casas, de maneira que todos possam vê-la e se lembrar do milagre.
Também é comum, nas noites de Hanuká, a comunhão familiar e entre amigos. O uso de jogos durante Hanuká surgiu na Idade Média, quando os judeus eram proibidos de guardar as tradições e as festas. Eles então, durante as festas, utilizavam de variados jogos, para que se alguém estranho os visse, não desconfiasse de que se tratava de judeus realizando alguma cerimônia. Dentre estes jogos, os mais usados eram a Dama e o “Dreidel” (dado). Este último era muito utilizado durante Hanuká e acabou por se tornar um dos símbolos da mesma. No Dreidel, tem-se um dado de 4 faces, e em cada face uma das seguintes letras do alfabeto hebraico: nun, guímel, hêi e shin, que são as iniciais da frase: (“Nés gadól haiá shâm” = “Um grande milagre ocorreu lá!”. 
A Hanukía (candelabro de 9 pontas) se tornou o símbolo da Festa de Hanuká
Os judeus celebram esta festa expressando a alegria de serem, o povo escolhido por Deus.
HAG SAMEÁH HANUKÁ! - FELIZ FESTA DE HANUKÁH!
Pr. Alessandro

CELEBRANDO HANUKÁ           por Pastor Alessandro Magno

QUAL O SIGNIFICADO DA FESTA DE HANUKÁH PARA OS CRISTÃOS por Pr. Alessandro

QUAL O SIGNIFICADO DA FESTA DE HANUKÁH PARA OS CRISTÃOS, OS DISCÍPULOS DE JESUS?
Nós, os seguidores de Jesus temos bons motivos para celebrar esta festa bíblica. O tema principal de Hanuká é a reconsagrarão do Templo, e 1º Co. 6.19:20, relata que nós, crentes nascidos de novo, somos o Templo do Espírito Santo. Os crentes não judeus são coerdeiros em Jesus das promessas de Abraão (Gl. 3.29).
Nesta celebração, nós temos a oportunidade de nos reconsagrarmos, rededicando nossas vidas integralmente ao Senhor. Não que precisemos de um dia específico para uma reconsagrarão. Afinal, estamos debaixo da graça de Deus. Mas, trata-se de uma oportunidade na qual podemos celebrar esta data, alegrando-nos coletivamente por termos sido salvos, agradecendo a Deus por este privilégio, enquanto tantos ainda perecem separados de Deus e da comunidade de Israel. Apesar de sermos a luz do mundo, vivemos em um mundo que jaz em trevas, que muitas vezes nos contamina, exercendo sobre nós todo tipo de influência negativa. Então, neste dia sentimos a liberdade de fazer nossa reconsagrarão, declarando coletivamente que somos livres de qualquer peso e jugo em Yeshua Ha Mashiach (Jesus, o Messias). Se meditarmos um pouquinho sobre quantas vezes pecamos quando comemos, bebemos, ouvimos e vemos o que não deveríamos, ou quando tocamos em coisas que não deveríamos tocar etc., encontraremos muito sentido em nos reconsagrarmos. Arrependemo-nos, então, e consagremo-nos ao Eterno de Israel. Deus nos dá a santidade, mas quem decide manter-se em santidade somos nós!
Lembremo-nos dos livros de Esdras e Neemias quando reconstruíram o Templo. A primeira coisa que eles fizeram foi reconstruir o altar, depois o Templo propriamente dito e, finalmente, os muros. Em outras palavras, não se consagra o Templo sem que se passe primeiro pelo altar de sacrifício, local de arrependimento e de santificação.
Isto também se aplica a nós. Primeiro, passamos pelo “altar” do Senhor nos arrependendo. Depois, sim, reconsagramos nossa vida, santificando-nos e nos purificando. Toda esta dedicação do nosso corpo (o “Templo”) ao Senhor só pode ser feita por meio do Espírito Santo, simbolizado pelo óleo que é multiplicado, derramado em nossas vidas, revelando a pessoa de Jesus, o Messias. Assim como o azeite colocado na Menorá (candelabro de 7 pontas) ou na Hanukía (candelabro de 9 pontas) era puro, sem cheiro e sem fumaça quando queimado, assim também deve ser nossa vida para Adonai. Para nós é uma “mitzvá” (mandamento): ter que brilhar e reluzir graciosamente a beleza da natureza de Deus em nós por meio de Seu filho Jesus (Mt. 5.14:16).
Agora, entendendo um pouco mais sobre a Festa da Dedicação, podemos celebrá-la alegremente com o nosso culto de Ação de Graças (1º Ts. 3.9).
Hag Sameah Hanukáh! Feliz Festa de Hanukáh!
Pr. Alessandro

QUAL O SIGNIFICADO DA FESTA DE HANUKÁH PARA OS CRISTÃOS    por       Pr. Alessandro

Os que estão na prisão por Igor Henriques Sabino de Farias

Os que estão na prisão…

Por Igor Henriques Sabino de Farias em 1 de novembro de 2013

“Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles” Hebreus 13:3ª

Ainda me lembro da primeira vez que li esse versículo, foi em uma revista da Missão Portas Abertas em 2008. Era uma edição especial sobre a China e contava a história do Chi Weiham, um cristão que foi preso apenas por vender Bíblias. Não sei se o que me chocou mais na época foi saber que ainda hoje há cristãos que são presos apenas por seguirem a Jesus ou encontrar na Bíblia uma ordenança para nos lembrarmos desses irmãos.

Desde então, esse texto não saiu mais da minha mente e procurei diversas vezes conhecer meus irmãos que estão presos por sua fé ao redor do mundo, a fim de me lembrar deles e assim partilhar seus sofrimentos. Lembro-me de diversos irmãos que estiveram presos e que acompanhei em oração, alguns foram livres da prisão, outros passaram um bom tempo lá e alguns nem sei o que aconteceu. Ainda assim, tenho certeza de que um dia os encontrarei no céu. Entretanto, uma dessas histórias que mais me comoveram está a do pastor Youcef Nadarkhani, um líder da Igreja no Irã que foi preso por sua fé em 2011 e corria o risco de ser morto pelo crime de apostasia, uma vez que havia abandonado o Islã e se tornado cristão.

A história do Nadarkhani me comoveu muito, pois pude acompanhar todo o decorrer dos fatos, desde sua prisão, seus julgamentos e por fim, sua libertação em março desse ano. Libertação essa que se deu devido principalmente à atuação da Igreja global. Um grande movimento de oração e petições online aos líderes iranianos mobilizou o Corpo de Cristo em diversos países do mundo para clamar pela vida do Nadarkhani. Após receber inúmeras falsas notícias de sua morte, não tive como conter as minhas lágrimas de alegria ao receber a notícia de sua soltura. Não pude deixar de me lembrar da história de Pedro em Atos 12, que foi milagrosamente liberto da prisão após o clamor da Igreja.

Ao mesmo tempo em que fui impactado ao perceber o poder da oração da Igreja global ainda nos dias atuais, fui também despertado para o realidade da Igreja no Irã. Embora o Irã seja hoje um dos países mais fechados do mundo e apesar das inúmeras restrições para os cristãos, o Senhor tem levantado uma Igreja forte e diariamente milhares de muçulmanos tem se convertido à fé cristã, através de programas de TV via satélite. Isso sem falar nos diversos testemunhos de conversões milagrosas. Há um relato de um homem que vivia em uma vila totalmente muçulmana, sem nenhum cristão e ainda assim, diariamente um homem de branco lhe aparecia e lhe revelou todo o Evangelho de João, exatamente da mesma forma em que foi traduzido para o farsi!

Não temos dados exatos acerca da situação da Igreja no Irã, mas sabemos que um grande avivamento tem varrido o país, podendo despertar para o mundo a qualquer momento. É exatamente por causa disso que o governo iraniano tem perseguido de forma cada vez mais severa os cristãos, e tem feito isso atacando principalmente as lideranças. Há diversas denúncias de prisões ilegais de pastores e cristãos iranianos; violando tanto a própria Constituição do Irã quanto uma série de tratados internacionais dos quais o país é signatário. Um desses pastores é o Saeed Abedini, que apesar de ser iraniano também possui cidadania americana.

Saeed foi preso em janeiro desse ano ao retornar ao Irã a fim de iniciar um trabalho com crianças órfãs. Desde então, tem sofrido uma série de abusos físicos e psicológicos a fim de negar a sua fé. Uma série de petições a diversos Estados e instituições internacionais tem sido feitas em prol da vida do Saeed, mas os apelos parecem ficar cada vez mais ineficientes. Essa porém, é a hora da Igreja agir! É tempo de unirmos em oração pela vida do Saeed, de sua família e de todos os cristãos iranianos.

Deus não tem promessas de livramento para todos os seus filhos, ao contrário, a única garantia que os verdadeiros cristãos tem é de que sofrerão por amor a Jesus. É por isso que é tão importante que oremos pelos cristãos que estão presos por sua fé. Devemos orar para que eles permaneçam firmes na fé e entendam que o sofrimento é uma das formas que temos de glorificar a Deus. Devemos orar para que eles entendam os propósitos de Deus para a vida de cada um deles e aproveitem todas as oportunidades para testemunhar do amor de Cristo. Por fim, não podemos deixar de orar pelos seus familiares, suas mulheres e filhos. Orar para que Deus também os fortaleça e os console, que supra as suas necessidades físicas e emocionais.

Devemos nos lembrar que em Cristo somos um só corpo e por isso, se um membro do corpo sofre, todos os outros também sofrem, como diz o apóstolo Paulo em 1 Coríntios 12.26. É nosso papel como Igreja no Brasil sustentar em oração os cristãos do Irã, os quais podem muito bem ser representados pelo pastor Saeed. Por isso, ao fazer parte da campanha #SaveSaeed, organizada pelo American Center For Law and Justice, nós estamos nos comprometendo com toda a Igreja no Irã, “salvamos” o Saeed, não apenas ao nos mobilizarmos politicamente em seu favor, mas principalmente com nossas orações. Assim, lembremo-nos dos que estão presos!

Os que estão na prisão…

Avatar de Igor Henriques Sabino de FariasPor Igor Henriques Sabino de Farias em 1 de novembro de 2013
Os que estão na prisão por Igor Henriques Sabino de Farias

Qual a Relevância do Homem em sua Família

Qual a Relevância do Homem em sua

Família 12/10/2013

Gênesis 02:18-25

"Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne."

Vivemos em um tempo onde a sociedade tem perdido os valores familiares dia a dia,e algumas das perguntas que devemos nos fazer é : Isso é bom? Ou Ruim?

Em nome do desenvolvimento e do progresso temos abandonado valores que nos serviram muito bem,e nos trouxeram até onde estamos,seria prudente abandonar o certo e buscar um caminho duvidoso? Temos obtido bons resultados com essa formatação de família hoje?

Uma outra pergunta a qual nos devemos fazer é: Para onde este novo caminho longe dos valores e princípios de antes,nos levarão?

As familias de 50 anos atrás eram mais,ou menos felizes que as de hoje? Eram mais,ou menos unidas do que as de hoje?

Em nome da competitividade temos levado nossas esposas e filhos a viver como? Focados em quê? Quando estas perguntas vão sendo respondidas vamos nos dando conta de que esta onda está nos empurrando para a praia,mas existe um problema, fomos projetados enquanto família,para viver as profundidades de um mar de relacionamentos. Sem a família ocorre a perca dos vínculos familiares,e esta perca nos torna individualistas,extremamente competitivos,alheios a valores como respeito,desapegados de figuras como Pai e Mãe e irmãos,homens e mulheres que vivem a solidão e o medo bem no meio da multidão,sem referências,confusos e fugitivos das responsabilidades de um relacionamento intenso,profundo e duradouro rico de experiências que só JUNTOS podemos alcançar. E em meio a este turbilhão de idéias,pensamentos,e conceitos sobre a família,mais uma pergunta surge: E se este caminho,de abandono dos valores familiares que existiam antes nos levar há um caos total,vai dar pra voltar atrás? De quem é a culpa? Quem nos trará de volta?Qual é o plano "B"? Creio que infelizmente não há um plano "B" na mente da sociedade de nossa época. O que há é um vazio,uma busca por alguns alvos que depois de alcançados não trazem nada de eterno,ou eficaz para um final feliz de uma história.

Sua família terá um final feliz?

? No texto de gênesis 02:18-25,vemos um homem ( Adão ) com uma tarefa bem definida,dar nome aos animais, ou seja Adão tinha um trabalho.

- O Trabalho não é meu tudo!

As vezes como homens ocupados e comprometidos que somos damos ao trabalho toda a prioridade de nossas vidas,e isso acontece porque existe uma forte corrente de pensamentos que bombardeiam a sociedade onde as pessoas são induzidas a deixar a família em troca de um trabalho,que nem sempre supre as necessidades das pessoas.

Não estou aqui dizendo que o trabalho não é importante,estou aqui dizendo que alguém está lucrando fazendo com que você fique fora de casa por quase todo o tempo de sua vida,quem está lucrando com isso? E que o que você está ganhando fora de sua casa,não cobre o prejuízo de ter uma família que deixará um legado,não perpetuará momentos especiais a nível de relacionamento.

- Você já parou para pensar que algumas coisas que seu avô e seu pai fizeram juntos,(e ficou marcado na vida deles pois seu pai chegou a lhe contar sobre essas histórias) você não conseguiu fazer com seu pai? E até hoje você não conseguiu fazer com seu filho? O que está acontecendo com você que você não consegue reproduzir algumas das experiências mais simples da vida de seu avô em seu relacionamento com seu pai,e seu filho? A resposta é falta de tempo. Mas na verdade essa resposta não é satisfatória, precisamos nos responsabilizar por esta perca,e fazer algo.

- Adão tinha um bom trabalho, mas não tinha uma esposa,ele não tinha uma família. Perceba que a Bíblia não diz que ele era triste, a Bíblia diz que Deus percebeu que não era bom que Adão vivesse assim. O que vemos aqui,é que é possível levar uma vida focada no trabalho estabelecendo o lucro disso como alvo,porém em algum momento de nossas vidas iremos perceber que sentimentos irão surgir dentro de nós que nos darão a sensação de que falta alguma coisa. E no afã de tentar preencher este vazio,que por muitas vezes não tem explicação na mente das pessoas,pois ela está formada em um curso superior,pós - graduada nisso naquilo,e consegue explicar sobre os efeitos da temperatura do Sol na pele,mas não sabe explicar o que uma mãe sente quando sua pele toca a pele de seu filho pela primeira vez,ou quando o filho olha para o pai e pela primeira vez cheio de esforço ele diz: PAPAI.

Esse individuo em busca de resposta se lança a pensamentos,e tendências vazias de saídas proposta pela sociedade,que acaba por levá-lo ainda mais longe do que ele está buscando. Aí o vemos nas drogas,o vemos em um conflito de identidade, e outras coisas mais que o tornam incompleto e infelizes. Existem casos de pessoas que em meio ao desespero tentam roubar ou serem aceitos em outras familias,mesmo não tendo laços consangüíneos. Se Deus disse que não é bom que o homem esteja só,é sinal de que isso é uma verdade nata.

? Como Deus resolve o problema de tornar Adão um Homem completo?

- Deus dá a Adão a oportunidade de ter uma família, existem muitas definições para família,e como vejo muitas pessoas que nem família tem,definindo família,me dei ao direito de criar minha definição apartir da minha experiência,sendo eu casado a 14 anos, e pai de 3 filhos lindos.

Família ? Lugar de relacionamentos e experiências que levarão as pessoas a serem completas.

Talvez você esperava uma definição de 2 páginas,mas a verdade é que quando conseguimos resumir usando essências,as pessoas passam a pensar.

Amados,existem experiências que você só terá se estiver vivendo em família. É por isso que Adão recebe uma esposa,mesmo indo ele bem no trabalho. Deus entendeu que Adão precisava de algo que o trabalho não podia fornecer-lhe. Abraçar uma árvore não é a mesma coisa do que abraçar sua esposa! E tem mais: Um abraço nunca é a mesma coisa! Existe um universo atrás de um abraço,e que quando entendido pode ser usado para ajudar em muitas áreas da vida humana,principalmente a motivacional.

O Trabalho de Adão era dar nome aos animais,mas esse trabalho nunca lhe deu a experiência de poder dar nome a um filho seu. É por isso que Deus dá Eva a Adão,a primeira coisa que ele faz ao ver Eva pela primeira vez foi dar um nome a ela.

Gênesis 02:23  E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.

Ele nunca tinha tido uma experiência como essa.

? Grandes projetos são entregues nas mãos de grandes homens.

- O mundo precisa de grandes homens que aceitem realizar o projeto mais importante da existência humana,construir uma família,cuidar dela e levá-la a um lugar seguro e não existe lugar mais seguro do que Deus!

Os homens tem abandonado o projeto família para priorizar outros projetos ofertados e vendidos, por pessoas que você as vezes nem conhece,mas acaba por lhe influenciar pela mídia. Como disse existem pessoas falando de algo que não vivem,mas estão em todos os programas de entrevista dando resposta e explicações de um projeto chamado família,e que tem um processo complexo,que só pode ser entendido na prática não apenas em tese.

Você é homem que pode mudar isso. Uma família pode mudar muita coisa junta! E não apenas mudar como construir,e fazer permanecer deixando um legado uma oportunidade,onde seus descendentes terão a oportunidade de ter a experiências boas que você teve em família.

- Você já pensou porque Adão e Eva não se envergonhavam?

25  E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.

Como pode haver vergonha em um ambiente totalmente familiar,onde as pessoas se conhecem,se respeitam,se ajudam,interagem no dia a dia,filtram e impedem a entrada de impurezas de pensamentos e palavras,e quando algo dá errado todos em um sinergia resolvem juntos,vencem desafios juntos. Não há vergonha em um lugar como esse.

Como já disse existe um processo ocorrendo dentro da família,onde elementos como o tempo influenciam e muito,mas em contrapartida os mais velhos levam em si a responsabilidade de transmitir aos mais novos,o conhecimento acumulado que lhes dará a oportunidade de aperfeiçoar o processo familiar,mantendo sua base, e é aqui que vemos que há um erro grave nos dias de hoje.

As pessoas querem mudar o que está pronto,e não aperfeiçoar o que já existe. Lançar no lixo milênios de conhecimento familiar,para adotar uma nova formatação,abandonando todas as experiências já vividas é reinventar a roda! Afinal se família não desse certo,nós não estaríamos aqui. Portanto vale a pena investir em família e seu aperfeiçoamento sem abandonar os valores e princípios já estabelecidos.

 

Qual a Relevância do Homem em sua Família

Reflexão sobre Manifestações e Mudanças

Uma Reflexão sobre  Manifestações e Mudanças.
?Estamos presenciando tempos onde muitos por aí estão querendo mudar o mundo a sua volta, mas ainda não mudaram o mundo dentro de si, seu mundo interior.
?Nosso maior desafio e missão não é mudar os outros, mas sim a nós mesmos. Só após isso poderemos tocar os outros! Mudança de circunstâncias sem mudança de caráter não tem efeito duradouro, pois dali a pouco os mesmos que acusaram a falha e apontaram o erro, cometem o mesmo delito, ou ainda pior.
?A cada dia, em nossa nação, os homens reivindicam o direito de manifestar-se, no entanto, negam ao Espírito Santo o direito de manifestar Jesus Cristo de Nazaré dentro do seu coração. Eu penso que uma manifestação só é válida se tem um fim PROVEITOSO para o bem comum. Interessante que até a manifestação do Espírito Santo no que diz respeito aos dons espirituais, obedece a esse princípio: “A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso.” (1º Co. 12.7). Claro que a ênfase do assunto aqui não é os dons espirituais. Eu estou mencionando isso para que você perceba a existência do principio: uma manifestação só é válida se tem um fim PROVEITOSO para o bem comum. E, de fato, a maior expressão disso foi quando Deus resolveu em seu coração, manifestar Jesus, o Filho de Deus, que se fez Filho do Homem, para que todo o homem recuperasse a dignidade da sua verdadeira humanidade, podendo tornar-se Filho de Deus.
?Não vamos nos iludir! Nós cristãos bíblicos, sabemos muito bem que isso tudo que temos visto é simplesmente parte do gemido da criação pela manifestação dos filhos de Deus. Eu gosto da maneira como a Nova Tradução na Linguagem de Hoje coloca isso: “O Universo todo espera com muita impaciência o momento em que Deus vai revelar o que os seus filhos realmente são.” (Romanos 8.19). O fato é que muitos dos filhos e filhas de Deus ainda não sabem quem realmente são, portanto não puderam ainda ser revelados por Deus como aqueles que foram estabelecidos para ser agentes de mudanças, salgando a terra (dando “gosto” ao desgosto dos homens) e iluminando o mundo (que vive coberto de trevas). Afinal de contas, foi exatamente isso que a Igreja foi projetada para ser: sal da terra e luz do mundo (Mateus 5.13 – “Vocês são o sal para a humanidade; mas, se o sal perde o gosto, deixa de ser sal e não serve para mais nada. É jogado fora e pisado pelas pessoas que passam. Vocês são a luz para o mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte.” – NTLH).
?De fato, na origem, na base desses problemas, colaborando para que eles tomassem a proporção que tomaram, está a crise de identidade, visão e missão da Igreja atual. Não percebemos ainda que será impossível redefinir a sociedade, restabelecer a justiça e corrigir as falhas sem repensar a Igreja. É tempo de a Igreja ser repensada, ser “passada a limpo” pela direção do Espírito Santo através das Escrituras. Não só o mundo em que vivemos precisa de reformas, mas também a Igreja da qual todos nós fazemos parte. E eu penso que a ferramenta da vez nas mãos de Deus para isso é o mover restaurador do apostólico/profético, que cada dia mais e mais se torna uma realidade que vai sendo consolidada nos vários arraiais da igreja brasileira.
?Contudo isso não muda o fato: a única manifestação que vai trazer reais mudanças é a dos filhos e filhas de Deus, à medida que vivem e proclamam o Reino de Deus e sua justiça (Mateus 6.33 – “Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer e ele lhes dará todas as coisas.” - NTLH). Isso porque ganância, roubo, corrupção, exploração do mais fraco e todas as outras misérias e injustiças humanas que podemos imaginar, podem até ser detectadas de fora para dentro, por uma acusação, uma CPI, uma investigação, etc. Mas são coisas que só terão uma real e definitiva solução quando tratadas de dentro para fora, pois fazem parte da natureza caída do ser humano. Por todos os lados hoje se ouve falar de manifestações, protestos, reformas, propostas e um universo de coisas semelhantes, mas essas coisas só irão possibilitar soluções se primeiro houver uma transformação, uma mudança, na fonte de onde emanam todos esses problemas: o coração do homem (Tiago 4.1 – “De onde vêm as batalhas e os desentendimentos que há entre vós? De onde, senão das paixões que guerreiam dentro de vós.” - KJ / Jeremias 17.9:10 – “Quem pode entender o coração humano? Não há nada que engane tanto como ele; está doente demais para ser curado. Eu, o Senhor, examino os pensamentos e ponha à prova os corações. Eu trato cada pessoa conforme a sua maneira de viver, de acordo com o que ela faz.” – NTLH).
?Mais do que nunca, vivemos um momento que exige posturas! Mas posturas a partir de uma visão correta e equilibrada das coisas. Percebo uma cegueira generalizada e perigosa, pois como diz o ditado “o pior cego é aquele que não quer ver” e eu ainda complemento assim: “... ou só vê o que lhe interessa.”. Digo isso porque percebo que tem muita gente no meio de tudo isso com fama de visionário, mas que no fundo está cego e o que é pior estão atraindo a si outros cegos e aí a gente sabe que a coisa fica perigosa, pois o próprio Jesus afirmou: “Deixai-os; são cegos guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco.” (Mateus 15.14).
?Nesse quadro todo, consigo perceber três tipos de pessoas:
1º - O homem que não conhece Deus, mas conhece a ética humana e tenta, com a melhor das boas intenções, mudar as coisas por uma atitude cuja expressão já virou “moda” hoje em dia: “manifestação pacífica” (que infelizmente nem sempre acaba sendo “tão pacífica” assim). Isso é válido, embora muitas vezes tenho tido a nítida impressão que muitas pessoas nesse meio não sabem “quem” ou “o que” estão manifestando.
2º - O homem que não conhece Deus, nem conhece a ética humana. Esses manifestam anarquia, caos, desordem, pilhagens, badernas, vendo a si mesmos como “ativistas” ou até mesmo “revolucionários”. Na verdade nem sabem o que significa ser um “ativista” e essa qualificação nem se aplica a eles. Se esquecem também que o “ativista” de hoje, bem que pode tornar-se o governante de amanhã e aí entra aquele ditado: “é fácil ser pedra, o difícil é ser vidraça.”. E isso é uma realidade perfeitamente possível, pois muitos que governam hoje em nosso país, foram os tais “ativistas” de ontem. E não nos esqueçamos do importantíssimo detalhe que eles foram eleitos por todos nós, o povo brasileiro. Não estou defendendo nem atacando ninguém. Meu objetivo com essas observações é simplesmente levar você a considerar melhor algumas coisas... E, no contexto dos cristãos bíblicos da igreja brasileira, isso de considerar cuidadosamente as coisas é especialmente importante, pois fomos advertidos, poucos dias atrás pelo ministério profético de Cindy Jacobs a respeito de um espírito de anarquia sendo estabelecido na nação brasileira.
3º - Mas existe também o homem que conhece a Deus e conhece a ética. E eu falo do verdadeiro cristão, que é parte da verdadeira igreja, aquela que “está no mundo, mas não é do mundo” (João 15.19 – “Se fosseis do mundo, ele vos amaria como se pertencêsseis a ele. Entretanto, não sois propriedade do mundo; mas Eu vos escolhi e vos libertei do mundo; por essa razão o mundo vos odeia.”). Parece até uma ironia, mas o fato é que as mudanças que o mundo anseia e as soluções que ele precisa tem origem justamente nos joelhos daqueles que o mundo odeia. Mas apesar disso, nós Igreja, estamos aqui para ser sal e luz para essa geração e as vindouras.
?Quero encerrar relembrando as palavras proféticas entregues por Cindy Jacobs. Eu estava pessoalmente lá naquele momento. Observe com atenção: Assim diz o Senhor: Estou dando ao Brasil uma segunda chance. Estou dando a vocês uma janela, diz o Senhor, por onde vocês vão começar a orar. E assim diz o Senhor: Se vocês não se apropriarem desta janela eu vou começar a abalar a economia. O Senhor diz: Eu vou transformar o Brasil. Mas vocês devem transformá-lo a partir dos seus joelhos primeiro. Comecem a clamar dia e noite. Eu edificarei a Casa de Oração para todas as nações a partir do Brasil. Eu vou começar nos campos universitários, nas escolas, nos prédios do governo. Assim diz o Senhor: É o meu desejo derrubar o principado da corrupção e o principado da pobreza porque virei e abalarei tudo o que pode ser abalado. Estou preparando uma geração pioneira. Que se levantem os Joãos Batistas! Levantem-se os Joãos Batistas! Levantem-se os abridores do caminho que prepararão o caminho do Senhor para a transformação do Brasil.”. Duas coisas aqui realmente me chamam a atenção: primeiro que Deus diz que está abrindo uma “janela de intercessão” para a igreja brasileira, e segundo que o Senhor Deus vai transformar o Brasil primeiramente através dos joelhos da igreja. A transformação começará ou até mesmo já começou primeiramente por muitas orações que estão sendo feitas, estarão sendo feitas e já foram feitas anteriormente pelas antigas gerações da igreja nesse país, e não pelo correr dos pés dos inúmeros “ativistas” que correm todas as noites pelas ruas do país. Os pés que correm são importantes, mas os joelhos que oram são essenciais!
“... o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo.”
Daniel 11.32b
“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.”
2º Crônicas 7.14
Em Cristo, por Tempos de Restauração...
Pr. Alessandro M. Ribeiro

Ministério de Ensino

Reflexão sobre Manifestações e Mudanças

Conhecendo o perfil de um guerreiro

Conhecendo o perfil de um guerreiro

(Ap. Renê Terra Nova)

16 Setembro 2012
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Texto: “Quando Daniel soube que o edital estava assinado, entrou em sua casa, no seu quarto em cima, onde estavam abertas as janelas que davam para o lado de Jerusalém; e três vezes no dia se punha de joelhos e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.” (Dn 6:10)

Verdade Central: A Bíblia nos apresenta a história de grandes homens, homens valentes e guerreiros que foram levantados por Deus. Com eles, podemos aprender sobre as estratégias de conquistas que trazem vitórias espirituais para as nossas vidas. Sabemos a importância da edificação nestes testemunhos bíblicos, pois a Bíblia diz que: "Ora, tudo isto lhes acontecia como exemplo, e foi escrito para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.”(I Co 10:11)

Introdução: O Reino de Deus é um Reino de conquistas. Isso significa que teremos muitas batalhas, e das mais variadas formas. Porém, há uma Canaã que pertence a cada um de nós. Lá desfrutaremos do leite e do mel que representam a provisão. No entanto, temos visto que gigantes sempre se levantarão para tentar nos impedir de herdarmos as mais copiosas bênçãos. Nossa atitude deve ser dirigida por Deus e baseada numa postura espiritual e não apenas mental.

Neste estudo, queremos enfatizar a vida de um guerreiro diferente, que lutou com todas as suas armas espirituais e atravessou dinastias cumprindo o propósito de Deus e exercendo influência sobre diferentes culturas.

 

Daniel

Daniel foi um grande homem de Deus, um valente guerreiro. Sua história não envolve odisseias marcantes de lutas, guerras, estratégias militares, fuga de inimigos, destruição ou conquistas de reinos, mas demonstra um grande servo que foi levado inicialmente para a Babilônia para servir em seus palácios e fez o seu nome na história. Ele agiu diplomaticamente dentro dos palácios reais. Apesar disso, enfrentou inimigos que tentavam destruí-lo dia e noite. Por isso, não podemos pensar que estamos ausentes das lutas espirituais. Onde quer que estivermos plantados, teremos que guerrear. Devemos manter nossa postura em linha com a Palavra para estabelecermos o Reino de Deus.

Daniel utilizou, discretamente, armas poderosíssimas que foram altamente eficazes e tiveram efeitos letais sobre os seus inimigos. Como cordeirinho, passeava pelo palácio, mas como gigante de Deus, utilizava verdadeiros arsenais, tais como: intercessão, sabedoria e conhecimento. Ele desfrutou de grandes vitórias entrando para a galeria da fé citada em Hebreus e fazendo parte dos profetas maiores do Antigo Testamento.

 

Vejamos com mais detalhes as armas usadas por Daniel:

 

1. Intercessão

Daniel foi um homem que entendeu que os grandes gigantes que se levantam em nossas vidas podem cair ao toque de nossas intercessões. Ele descobriu que encontrava as estratégias para a conquista, na estrada que leva ao Trono de Deus. Ele orava constantemente. Quando os seus inimigos quiseram montar um esquema para destruí-lo, tentaram utilizar o próprio ato da oração como arma para incriminá-lo (Dn 6:13). Mas como pode alguém destruir aqueles que estão em intercessão debaixo das asas do Altíssimo? Isto é impossível!

Daniel orava três vezes ao dia, clamava aos pés do Senhor, orava pelas conquistas daquele reino e pela sobrevivência de seu povo (Dn 6:10). Ele deteve os principados que habitam nas regiões celestiais, apenas pelo poder da oração (Dn 10:11-14). Quando orava, movia a mão de Deus e movimentava os anjos que lutavam as suas guerras e traziam vitórias. Daniel viu o futuro e conheceu os projetos de Deus, porque sabia esperar em oração pela vitória diante do Altíssimo (Dn 11 e 12).

Quando seus inimigos se levantarem, lembre-se de Daniel que tinha a oração como arma de defesa e de ataque. Nunca seremos um valente de Deus se não tivermos o hábito de orar, de buscar o conselho de Deus, de esperar em Sua presença e de receber o livramento. A oração move a mão de Deus. Os valentes recebem força para a guerra no momento da intercessão, porque é nesta hora que o Senhor se levanta como poderoso Guibor para tomar as nossas causas e nos dar a conquista (Ex 15:3).

 

2. Sabedoria

Daniel foi um homem cheio de sabedoria. Não podemos realizar conquistas firmes e grandiosas se não formos sábios. O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, somente os loucos a desprezam (Pv 1:7; 9:10). Daniel tinha livre acesso aos palácios por causa da sabedoria que habitava nele.

Muitas vezes, estamos sendo derrotados pelos gigantes malditos que adentram na nossa má administração porque não tomamos decisões debaixo de sábio conselho. Há guerreiros que vão à batalha e não pedem conselhos, pois são cheios de orgulho. Isso é tolice (Pv 15:22). O homem sábio pede e sabe ouvir conselhos. O homem que tem sabedoria sabe como falar, a hora em que deve falar e como se posicionar diante do inimigo.

A sabedoria é um dom de Deus e Ele a dá liberalmente a todos que a pedem. "Ora, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada." (Tg 1:5). A sabedoria é melhor do que a força. Ser um valente de Deus não significa que precisamos ter força em nossos músculos, nem que devemos rilhar os dentes para fazer calar o inimigo. É a sabedoria que vai enfraquecer os estratagemas dos gigantes que se levantam contra nós. Alcançaremos o pódio da vitória e nos alegraremos, pois todo o valente de Deus aprende a tornar-se um homem sábio.

 

3. Conhecimento

Daniel era um homem de oração, homem sábio e também tinha conhecimento. Daniel era inteligente, foi colocado entre os sábios do reino - homens versados em toda cultura e conhecimento da época (Dn 1:17). A guerra que Daniel enfrentava todos os dias contra os inimigos de Deus era diplomática e envolvia poderes místicos e filosóficos daqueles tempos.

Os crentes do mundo inteiro têm vivido dias semelhantes aos que Daniel enfrentou. Estamos em uma guerra em que os filhos das trevas invadem os nossos lares e tentam estabelecer os seus impérios através da mídia, conquistam cargos importantes através das fraudes e estabelecem seus reinos pela falsidade ideológica. O conhecimento é importante para todo guerreiro de Deus, pois servirá de arma contra essas ciladas.

Devemos buscar na Palavra de Deus a fonte de sabedoria para conhecermos aquilo que se encontra à nossa disposição. A Bíblia é o manual de guerra de todo crente. Assim, devemos ter conhecimento da Palavra, não apenas aleatoriamente, mas profundamente, para não sermos iludidos pelo inimigo.

No momento da tentação, Jesus venceu Satanás através da Palavra. Ele pôde citar a Bíblia porque a conhecia. Não estamos falando de conhecimento superficial da Bíblia, ou do que ouvimos o Pastor pregar no domingo passado e que, talvez, na hora da necessidade lembremos. Não! O conhecimento deve ser mais aprofundado, consciente e ponderado. Daniel fez um uso muito adequado do conhecimento e colheu os frutos da sua competência.

Uma história de conquista não se dá por acaso. Ela é resultado de algo conquistado proporcionalmente, no tempo próprio e debaixo de determinação. Daniel era um homem valente, mas tinha a mansidão de um cordeiro. Porém, mesmo sendo um cordeiro, não foi devorado pelos leões, porque a bênção do Senhor repousava sobre ele.

Nem mesmo o poderio dos reis da terra foi suficiente para remover um ungido do Senhor. Isto fala diretamente sobre a necessidade de termos nEle a nossa convicção, de partirmos para a guerra com as estratégias que dEle recebemos, de aplicarmos a intercessão para quebrar as cadeias, de agirmos com sabedoria e conhecimento para assim desfrutarmos do melhor do Reino de Deus.

 

Avance! Você é um valente guerreiro de Deus. Agora, não se esqueça das suas armas! A vitória é sua!

Conhecendo o perfil de um guerreiro

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