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Mais de 34 mil igrejas rompem com a Presbiteriana dos EUA depois de aprovar casamento gay

GIRO PELO MUNDO

Mais de 34 mil igrejas rompem com a Presbiteriana dos EUA depois de aprovar casamento gay

`Nenhuma igreja tem o direito de mudar a Palavra de Deus. Ao votar para redefinir o casamento, a PCUSA perde automaticamente a graça salvadora de Cristo´, disse o Reverendo Anthony Evans

Fonte: Guia-me / com informações de The Christian Post | 31/03/2015 - 10:50

Mais de 34 mil igrejas rompem com a Presbiteriana dos EUA depois de aprovar casamento gay

 

Como forma de estimular a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA) a se arrepender de sua apostasia, a Iniciativa Nacional das Igrejas Negras (NBCI), que representa 34 mil igrejas de 15 denominações, declarou o rompimento de seus laços com a PCUSA, depois que alterou a sua constituição e aprovou o casamento homossexual.

"A NBCI e sua base de membros são posicionados na Palavra de Deus, dentro da mente de Cristo. Nós pedimos que nossos irmãos e irmãs da PCUSA se arrependam e sejam restaurado à comunhão", disse o presidente da NBCI, Reverendo Anthony Evans.

"A manipulação da PCUSA representa um pecado universal contra toda a Igreja e seus membros. Com essa ação, a PCUSA não pode mais basear seus ensinamentos em 2 mil anos de escrituras e tradição cristã, e ainda se chamar de entidade cristã no corpo de Cristo. Ela abandonou o seu direito por este único ato errado", acrescentou Evans, que representa 15,7 milhões de afro-americanos.

"O Apóstolo Paulo nos adverte sobre isso quando declarou em Gálatas 1:8 que há quem pregue outro evangelho", disse Evans. "Nenhuma igreja tem o direito de mudar a Palavra de Deus. Ao votar para redefinir o casamento, a PCUSA perde automaticamente a graça salvadora de Cristo. Há sempre a redenção no corpo de Cristo através da confissão de fé e aderência à Sagrada Escritura."

Evans disse que a PCUSA votou, propositadamente, para mudar a Palavra de Deus, com outra interpretação do casamento entre um homem e uma mulher. "É por isso que temos de romper a comunhão com eles e pedir que toda a cristandade faça isso também."

 

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Malafaia critica "Libera Geral" de Dilma: "Afronta a familia"

Malafaia critica resolução “libera-

geral” do governo Dilma: “Afronta

a família

Com a nova regra homossexuais e transgêneros, sem autorização dos pais, poderão usar o banheiro do sexo oposto

por Leiliane Roberta Lopes


Malafaia critica resolução “libera-geral” do governo Dilma: “Afronta a família”Malafaia critica resolução "libera-geral" do governo Dilma

O pastor Silas Malafaia comentou no programa “Vitória em Cristo” deste sábado (28) a resolução Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBTT que permite que menores de idade homossexuais e transgêneros escolham se querem usar o banheiro feminino ou masculino nas escolas.

A resolução diz que os diretores das escolas não podem proibir, por exemplo, o menino homossexual de usar o banheiro das meninas, e nem da menina homossexual usar o banheiro dos meninos.

“Isso é uma afronta à família, uma afronta a autoridade dos pais, é uma esculhambação!”, diz Malafaia. O pastor evangélico deixou claro que não quer proibir que os homossexuais sejam homossexuais e nem prega para que este grupo seja agredido – como os ativistas insistem em acusá-lo.

“Família fortes, nação forte; famílias fracassadas, nação sem rumo”, alerta. Malafaia diz que a resolução oficializa comportamentos, um jogo ideológico do ativismo gay que afronta a autoridade dos pais.

O religioso diz que não pode se calar e pediu aos deputados que se manifestem contra essa resolução que é “uma aberração”, uma forma desse grupo de mudar o paradigma do ocidente que é baseado no modelo judaico-cristão.

“Eu gosto que me chamem de fundamentalista, sabe por quê? Fundamento é o que tem base e sabe o que eles são? São superficiais”, disse Malafaia. “Eles são levados pelo vento, pela moda, levados pelo lixo moral, levados pela libertinagem, levados pela sociedade hedonista onde o que vale é o prazer e o resto é que se dane”.

Assista:

 

Vírus misterioso que paralisa crianças intriga médicos nos EUA

Vírus misterioso que paralisa crianças intriga médicos nos EUA

  • 5 fevereiro 2015
ReutersO CDC, em Atlanta, está investigando casos, fatores de risco e possíveis causas da doença

Médicos e pesquisadores dos Estados Unidos tentam decifrar um mistério: nos últimos seis meses mais de cem crianças e jovens do país foram vítimas de um ataque de paralisia repentina sem uma causa aparente.

Os casos começaram em agosto e os sintomas são debilidade repentina em uma ou várias extremidades do corpo e a perda da mobilidade.

Exames de ressonância magnética nestes pacientes mostram uma inflamação na massa cinzenta do cérebro.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), em Atlanta, está investigando os casos registrados, os fatores de risco e possíveis causas do problema.

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Mas, até agora, o pouco que se sabe é que o CDC chamou a doença de mielite flácida aguda e que pode ter relação com um surto de enterovírus que ocorreu no país na mesma época em que foram registrados os primeiros casos.

Debilidade e paralisia

A mielite flácida aguda é uma doença neurológica que causa debilidade nas extremidades do corpo e, nos casos mais graves, paralisia.

Os primeiros 12 casos ocorreram em agosto de 2014, no Hospital Infantil Colorado em Aurora, no Estado americano do Colorado. A partir daí foram 111 casos relatados em 34 Estados americanos.

"De repente começaram a chegar ao hospital crianças com sintomas pouco usuais. Tinham debilidade muscular, perda da mobilidade das extremidades e rigidez no pescoço", disse à BBC Mundo o médico Kevin Messacar, que trabalha no hospital.

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A idade das crianças afetadas por este surto era de, em média, sete anos.

Quase todas as crianças foram hospitalizadas e algumas tiveram que ser ligadas a aparelhos para ajudar na respiração, mas todas já estão em casa, recebendo terapia de reabilitação.

A maior parte dos pacientes também apresentava febre e problemas respiratórios antes da aparição dos sintomas neurológicos.

Cerca de dois terços das crianças em observação melhoraram em uma média de 19 dias e apenas uma delas se recuperou totalmente.

Causas?

As causas específicas da mielite flácida aguda ainda estão sendo investigadas.

SPLOs especialistas se perguntam se estes casos de paralisia estão relacionados com o surto de enterovírus EV-D68

Mas, os casos desta doença são parecidos com doenças causadas por vírus como o enterovírus (entre eles, o causador da poliomielite), adenovírus, vírus do Nilo ocidental e o vírus da herpes.

Estas doenças podem ser resultado de uma série de causas, incluindo infecções virais, toxinas do ambiente, problemas genéticos e síndrome de Guillain-Barre, uma doença neurológica causada por uma resposta imune anormal a ataques contra os nervos do corpo.

Os especialistas também investigam se os casos de mielite flácida aguda têm relação com as mais de mil infecções respiratórias, algumas delas graves, causadas pelo enterovírus D68 (EV-D68) nos Estados Unidos desde agosto de 2014.

Os médicos epidemiologistas do CDC afirmam que, no ano passado, o EV-D68 foi o tipo predominante de enterovírus em circulação nos Estados Unidos.

Para James Sejvar, neuroepidemiologista do CDC, a associação entre a mielite flácida aguda e o enterovírus seria coincidência.

"Os casos de paralisia apareceram durante o surto do EV-D68. As curvas temporais das duas doenças coincidem: surgiram em agosto e o declive começou a ser notado ao final de outubro, começo de novembro", disse Sejvar à BBC Mundo.

Mas, os pesquisadores não descartaram a associação entre as duas doenças.

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"O que temos são provas circunstanciais. Não identificamos o próprio enterovírus EV-D68 na medula espinhal das crianças afetadas por esta mielite. Se encontrássemos algo assim, nos daria uma base mais sólida para estabelecer uma conexão entre as duas doenças", disse Sejvar.

Uma equipe do Hospital Colorado estudou os 12 casos de paralisia que chegaram ao centro entre agosto e outubro de 2014.

Segundo a investigação citada pela revista especializada The Lancet, as amostras nasais de oito das 12 crianças afetadas tinham o enterovírus e cinco delas tinham o EV-D68.

O que se pode fazer

ThinkstockOs médicos recomendam estar em dia com as vacinas como um possível método de prevenção da doença

No momento, e devido à incerteza que cerca esta doença, não há tratamento específico.

"Não conhecemos uma terapia eficaz para tratar a doença", disse Kevin Messacar, do Hospital Colorado.

"Até agora foi aplicada a terapia de reabilitação para que as crianças possam recuperar o máximo de mobilidade", acrescentou.

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James Sejvar, do CDC, afirma que a fisioterapia é a única forma de tratamento, mas acrescenta que os pacientes demonstraram pouco progresso na recuperação.

Além disso os especialistas do CDC recomendam manter as vacinas em dia e lembram os conselhos mais comuns como lavar as mãos com frequência usando água e sabão, evitar o contato mais próximo com pessoas afetadas pela doença e desinfetar superfícies tocadas com frequência.

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