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O apocalipse do Cristianismo Iraquiano: “Primeiro o povo do sábado (judeus)! Depois o povo do doming

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O apocalipse do Cristianismo Iraquiano: “Primeiro o povo do sábado (judeus)! Depois o povo do domingo (cristãos)”!

Aniquilar cristãos e outros “infiéis” é o alvo declarado do extremismo islâmico no Iraque. “Para eles”, uma das mais antigas culturas cristãs do mundo está diante de seu fim.

As imagens são terríveis. Mulheres acorrentadas umas às outras são ofertadas em fila como escravas sexuais. Os homens são obrigados a deitar-se em valas comuns, onde são mortos com tiros na cabeça. Vêem-se muitas cruzes com corpos humanos ensanguentados dependurados. Não apenas soldados, até crianças pequenas são decapitadas; as cabeças cortadas são expostas em estacas – fotografadas pelos assassinos e publicadas orgulhosamente na internet.

Essas imagens vêm acompanhadas de histórias ainda mais horríveis. É impossível saber se todas elas são verdadeiras ou se cada uma delas se relaciona de fato com as imagens que chegam ao público, mas causam o efeito desejado: milhares de cristãos orientais estão em fuga.

A “escritura na parede” era bastante evidente: o que hoje é a mais cruel realidade, já vinha sendo anunciado há anos em pichações nas paredes e nos muros das grandes cidades iraquianas como Bagdad e Mosul. E o ódio anticristão ali grafitado não era sem precedentes. Há uma década e meia, inscrições islâmicas já sujavam as ruas do Egito: “Primeiro o povo do sábado (judeus)! Depois o povo do domingo (cristãos)”!

De fato, a expulsão em massa da população cristã do Oriente árabe-islâmico é uma continuação coerente das limpezas étnicas planejadas e meticulosamente executadas contra os judeus dos países árabes, o “povo do sábado”.

Se em meados do século 20 ainda vivia em torno de um milhão de judeus no mundo árabe, hoje essa região é praticamente “judenrein” (livre de judeus).

Atualmente os centros, instituições e organizações do “povo do domingo” tornaram-se “alvos legítimos” dos extremistas muçulmanos. Eles querem declaradamente “matar todos os infiéis, onde quer que os encontrem”. “Infiéis” do ponto de vista islâmico são todos os de outra fé ou crença, não apenas cristãos, também osyasidis e os muçulmanos das alas opostas.

Da perspectiva cristã, a ameaça crescente não vem apenas dos muçulmanos sunitas como a Irmandade Muçulmana, a Al-Qaeda e suas “filhas”, a Frente al-Nusra ou o “Estado Islâmico” (EI), pois cada vez mais ela também parte de grupos xiitas. Assim, em 2012 o grão-aiatolá Sayid Ahmad Al-Hassani Al-Baghdadi, em uma entrevista para o canal de televisão Al-Baghdadiah, ordenou a ilimitada sujeição e o assassinato de todos os cristãos do Iraque.

Islâmicos radicais agiram sistematicamente no Iraque durante anos, difundindo um clima de ameaças, terror, intimidação. É curioso ver como os grandes do mundo, especialmente os Estados Unidos, se mantiveram calados diante dessa tendência. Os cristãos foram xingados de “politeístas” ou “amigos dos sionistas”. Agora o EI coloca os cristãos da Síria e do Iraque diante da alternativa: converter-se ao islã ou morrer.

Concretamente, no dia 17 de julho de 2014 o EI impôs um ultimato aos cristãos ao norte de Mosul, concedendo três dias para deixarem seu “califado”. O anúncio salientava que o “califa” Abu Bakr Al-Baghdhadi estava sendo muito generoso com esse prazo, pois nada o obrigaria a concedê-lo. Esse ultimato causou uma fuga maciça de cristãos de Mosul ao Curdistão autônomo, que fica próximo. Muitos cristãos idosos ou deficientes, que não viram qualquer possibilidade de fugir, se converteram ao islã.

Chocados, os refugiados contam como foram parados em barreiras nas estradas logo depois que deixaram suas casas e como foram roubados de seus últimos pertences: “Eles tomaram tudo, nossos carros, nosso dinheiro, identidades e passaportes e até as fraldas dos bebês e os medicamentos de uma menina com doença crônica”. Outra menina de seis meses de idade teve seus brincos de bijuteria violentamente arrancados de suas orelhas. “Muitos de nós foram surrados”, contam eles. E os muçulmanos ameaçavam: “Não voltem nunca mais para este país! Esta terra é nossa. Se vocês voltarem, vamos matá-los com a espada”.

O patriarca caldeu Louis Sako avalia que mais de 100.000 cristãos estão em fuga. Ele menciona expressamente que 1.500 manuscritos antigos foram queimados pelos fanáticos muçulmanos, coisa bastante incomum no mundo islâmico. Geralmente os muçulmanos têm grande apreço até pelos livros cristãos.

Antes da “libertação” pelos americanos, ainda viviam em Mosul 60.000 dos 1,5 milhões de cristãos iraquianos. O arcebispo sírio-ortodoxo da cidade, Nikodimus Daud, que vive no exílio em Irbil, declarou ao canal russo Russia Today: “Não existem mais cristãos em Mosul!”. Contou ainda que os muçulmanos do EI arrancaram as cruzes das igrejas, “primeiro da minha catedral Mar-Afram”. E então queimaram tudo o que havia na igreja, instalaram alto-falantes, e com suas orações transformaram-na em uma mesquita.

Outras igrejas da Síria e do Iraque foram explodidas pelos combatentes do EI, como também diversas mesquitas que esses muçulmanos fanáticos consideram uma ameaça à fé no Deus único (quando são locais de peregrinação muçulmana). O venerável mosteiro de Mar-Behnam, na região de Al-Chadhir, a sudeste de Mosul, que data do século quatro, foi tomado e seus monges foram todos expulsos.

Pelo visto, o “califa” do EI havia oferecido aos habitantes da recém-conquistada Mosul o pagamento da jizya, um imposto de proteção. Em fevereiro de 2014 os habitantes cristãos da cidade síria de Al-Rakka, situada às margens do Eufrates, haviam firmado um acordo comodhimmis dos conquistadores. Nele, os muçulmanos se comprometem, segundo antigas tradições, a proteger a vida, a propriedade e os locais religiosos dos cristãos. Por isso, esse status “dhimmi” também é chamado de “status dos protegidos”.

Os cristãos, por sua vez, se comprometeram a pagar a jizya, de acordo com suas condições de renda, variando entre 178 e 715 dólares por ano. Além disso, não podem construir novas igrejas nem restaurar as antigas ou danificadas. Cristãos sob a condição de dhimmis estão proibidos de tocar sinos e de expor publicamente seus símbolos religiosos, como cruzes ou textos sagrados.

Na presença de muçulmanos, não podem ler em voz alta ou recitar textos religiosos. Os dhimmisdevem evitar qualquer postura de oração em público e não podem carregar armas. Além disso, comprometem-se a não impedir que outros membros de sua própria religião se convertam ao islã, estão obrigados a honrar o islã e os muçulmanos e a não ofendê-los da forma que for.

O Estado Islâmico baseia todas essas medidas no Corão (sura 9, verso 29), que leva o título de “O Arrependimento”. Ali está escrito acerca dos cristãos e dos judeus: “Dos adeptos do Livro, combatei os que não crêem em Deus [Alá] nem no último dia e não proíbem o que Deus [Alá] e seu Mensageiro [Maomé] proibiram e não seguem a verdadeira religião – até que paguem, humilhados, o tributo”.

O xeque Hussein Bin Mahmud, proeminente autor nos fóruns jihadistas na internet, opina a respeito: “Esse é um claro texto divino. Todo aquele que lê o Corão vê isso”. A humilhação que envolve o status de dhimmi é tributada à incredulidade dos próprios cristãos, segundo explica Bin Mahmud: “Como infiéis, eles são indignos e desprezíveis e devem ser tratados como tais”.

Iraquianos fugindo de Mosul

Segundo o acordo, uma transgressão desse contrato significa passarem a ser tratados como “inimigos”. A alternativa à assinatura do contrato de dhimmi é “a espada”. No começo de agosto, os milicianos do EI em Tel Afar, uma cidade a oeste de Mosul, prenderam aproximadamente 100 cristãos e yasidis; os homens foram mortos e suas mulheres e filhas vendidas como escravas. De forma oficial, os líderes religiosos islâmicos decidem nesses casos: mulheres e moças cristãs são consideradas “propriedade legítima dos muçulmanos”.

Como os cristãos de Mosul não quiseram submeter-se ao acordo como dhimmis, só lhes restou a fuga. Seus bens foram consfiscados. A prova de que as ações do EI foram planejadas sistematicamente e muito bem organizadas pode ser vista na marcação dos imóveis dos cristãos: a letra árabe N (de “Nasara”, nazareno, cristão) acompanhada da inscrição “Propriedade do Estado Islâmico”.

Especialmente chocante para os cristãos de Mosul que viram essa identificação de suas propriedades, foi o comportamento de seus vizinhos muçulmanos, gente com quem conviviam pacificamente há décadas, agora colaborando voluntariamente com o procedimento do EI. De repente eles afirmaram: “Esta terra pertence ao islã! Os cristãos não devem viver aqui!” Um refugiado cristão de Mosul contou: “Quando os homens do EI entraram em nossa cidade, as pessoas os saudaram com júbilo – e expulsaram os cristãos”.

Na segunda semana de agosto de 2014, o arcebispo caldeu católico de Mosul, Amel Nona, que vive no exílio em Irbil, declarou diante de um jornalista italiano: “Nossos sofrimentos atuais são apenas uma prévia daquilo que espera pelos cristãos europeus e ocidentais em futuro próximo”. E mais: “Vocês precisam dar-se conta da realidade aqui no Oriente Médio, porque o número de muçulmanos que vocês recebem em seus países torna-se cada vez maior. Seus princípios liberais e democráticos não valem nada aqui”.

Em relação aos milhões de muçulmanos na Europa, ele declarou: “Vocês terão de tomar decisões fortes e corajosas, nem que seja às custas de seus próprios princípios”. O jornal italiano Corriere della Sera o descreveu como “um homem marcado pelo sofrimento”, que “não se rendeu”. O arcebispo Nona, conforme suas experiências, ainda vê “uma possibilidade de interromper oêxodo cristão do lugar onde o cristianismo tem raízes bem anteriores ao islamismo: Combater violência com violência!”. Resta ver se os recentes bombardeios às posições do EI poderão impedir o seu avanço. (por Johannes Gerloff, Chamada)

Mulheres e meninas libertadas do Boko Haram estão grávidas

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Mulheres e meninas libertadas do Boko Haram estão grávidas

O Fundo para Populações da ONU anunciou que pelo menos 214 mulheres e meninas resgatadas do Boko Haram estão grávidas. A liberação de cerca de 270 mulheres e crianças foi realizada na última semana por forças nigerianas que conseguiram encurralar soldados do grupo radical islâmico.

Os reféns relatam que quando os soldados estavam se aproximando os terroristas estupraram e apedrejaram até a morte algumas mulheres e meninas. A violência contra as mulheres é uma das principais preocupações do Fundo para Populações da ONU que através de seu diretor, Babatunde Osotimehin, informou que todos os resgatados precisam de ajuda médica e psicológica.

Uma das reféns, Asabe Aliyu, de 23 anos, contou que se tornou objeto sexual dos soldados extremistas. “Me converteram em objeto sexual. Faziam turnos para se deitar comigo. Estou grávida e não sei quem é o pai”.

A obsessão dos terroristas pelas mulheres e o medo de que elas fugissem fazia com que eles não permitissem que elas saíssem sozinhas nem para irem ao banheiro. “Tínhamos que ficar em um só lugar. Comíamos farinha de milho. Cada dia alguma morria, e só esperávamos que chegasse nossa vez”, disse Asabe Umaru outra sobrevivente.

Uma delas estava grávida quando foi raptada e por conta disso seu esposo foi morto. “Quando eles perceberam que eu estava grávida, disseram que eu estava impregnada por um infiel (seu marido) e o mataram”, conta Lami Musa, de 27 anos, que conseguiu escapar de uma união forçada.

Mas muitas mulheres e meninas não tiveram a mesma sorte e foram obrigadas a se casar com extremistas. Fora a violência sexual, elas também passavam fome. “Comíamos somente milho seco à tarde. Não era bom para o consumo humano”, disse Cecilia Abel em entrevista à Reuters.

As crianças também foram vítimas dos extremistas, muitas delas foram resgatadas desnutridas. Agências de notícias mostraram fotos de crianças magras e com olhar caído. Todos os resgatados foram levados para um campo de refugiados em Yola e foram atendidas por médicos.

Resta saber se as mulheres e meninas encontradas fazem parte das reféns levadas de uma escola em Chibok em abril do ano passado. Segundo a Anistia Internacional (AI), cerca de 2 mil mulheres foram sequestradas pelo Boko Haram no último ano.

 

http://eclesia.com.br/portal/mulheres-e-meninas-libertadas-do-boko-haram-estao-gravidas/

 

 

'Cidades da liberdade', com impostos e governo mínimos, pipocam no Texas

'Cidades da liberdade', com impostos e governo mínimos, pipocam no Texas
Moradores de Kingsbury Moradores de Kingsbury querem autodeterminação em relação a cidade vizinhaO Texas é conhecido por sua reduzida carga tributária e pelos limites à interferência do governo estadual nos negócios e na vida do cidadão.
Mesmo assim, comunidades no interior do Estado têm travado batalhas políticas por mais autodeterminação, em um movimento que tem sido chamado de "cidades da liberdade".
Kingsbury, que sequer é oficialmente uma cidade, é uma delas. Em 9 de maio, os 166 eleitores locais irão às urnas para decidir se o local se tornará oficialmente uma cidade, regida pelo princípio da baixa regulação estatal - uma nova lei criada recentemente no Estado que permite a criação de pequenos novos municípios desde que os moradores aceitem determinadas condições.
A comunidade texana, que tecnicamente é parte do condado de Guadalupe, prosperou com uma garagem de trens e uma madeireira no início do século 20, mas hoje contém apenas alguns edifícios dilapidados daquela época, além de poucas lojas, um quartel de bombeiros voluntários, um café e casas com amplos pastos, repletos de gado.
Muitos moradores gostam desse sossego rural. Mas o crescimento populacional do Texas desafia essa tranquilidade.
O Estado ganhou 451.321 habitantes entre julho de 2013 e julho de 2014, o maior crescimento do país. E Seguin, cidade de 27 mil habitantes que fica perto de Kingsbury, cresceu 14% entre 2000 e 2010 e continua expandindo, graças à chegada de fábricas à região.
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Para Shirley Nolen, moradora de Kingsbury, esse crescimento estimula a especulação imobiliária na região, abrindo espaço para o tipo de regulação municipal - e, eventualmente, impostos - que pessoas como ela combatem.
Elas se queixam também de ter de responder a Seguin sem, no entanto, se sentirem representados pelos políticos da cidade vizinha.Por isso, moradores da região querem incorporar o que puderem de Kingsbury e transformá-la em uma cidade de poucos impostos e pouca regulação, que sirva de referência para outras cidades que encampam brigas semelhantes no Texas.
"Queremos nosso centro", diz Nolen. "Queremos nossas igrejas, nosso correio. Queremos nossa comunidade de volta."
É o chamado movimento de "cidades da liberdade", capitaneado por Jess Fields, analista político do centro de estudos conservador Texas Public Policy Foundation.
"A ideia de cidades da liberdade meio que remete ao conceito básico de que as pessoas têm um direito fundamental de determinar o tipo de governo a que querem ser submetidas", diz Fields.
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Segundo ele, as grandes cidades texanas se afastaram do propósito essencial do governo, adotando regulações sociais que, eles argumentam, ferem as liberdades individuais - como restrições ao uso de armas de fogo, taxas sobre o consumo de sacolas plásticas, excessiva regulamentação imobiliária e tributos punitivos.Seguin é a cidade de porte médio mais próxima a Kingsbury"Não nego que algumas dessas regulamentações são bem intencionadas, para promover a saúde pública e a segurança, mas chega um ponto em que essas boas intenções são ofuscadas por consequências não intencionais evidentes e negativas", opina Field.
"Não queremos que o governo diga como você deve fazer cada coisinha com relação a sua propriedade e sua vida."
Neste ano, a senadora estadual Konni Burton promoveu a legislação de "cidades libertárias", a SB710, facilitando a incorporação de pequenas cidades, caso estas concordem com uma "lei de direitos" que incluam o de portar armas, de liberdade religiosa e de expressão e proteção contra a vigilância estatal excessiva. A lei também prevê que qualquer mudança em impostos sobre propriedades seja aprovada por no mínimo 60% da população.
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O objetivo, diz Art Martinez de Vara, chefe de gabinete da senadora, é minimizar a preocupação dos moradores rurais, que temem que governos recém-criados fiquem tão "fominhas" quanto os governos das cidades mais antigas.
"É um bom experimento democrático", diz.
Vara também é prefeito da pequena Von Ormy, cidade apontada como o exemplo mais bem acabado de cidade libertária.Vara é prefeito de uma 'cidade libertária'Quando Von Ormy foi fundada, em 2008, tinha uma taxa mínima sobre posse imobiliária. Agora, essa taxa foi abolida, e o governo - de escopo limitado - é financiado por tributos sobre vendas.
Muitos serviços, como os de coleta de lixo, foram terceirizados. O corpo de bombeiros e a polícia são compostos, em sua maioria, por voluntários.
"Outras cidades têm um departamento de polícia e não querem um xerife", argumenta. "(Esses moradores) pagam muitos impostos. Tentamos fazer as coisas de modo diferente."
A cidade não restringe o uso de armas ou o fumo. E é a única do condado a não vetar fogos de artifício. Há regulações de segurança para a construção civil, mas as inspeções são mínimas.
"É o livre mercado. Não promovemos (o fumo). Não somos anarquistas. Só acreditamos em governo limitado", diz Vara.
Ele alega que a maioria das grandes cidades do Texas se endividaram para financiar grandes projetos de infraestrutura e benefícios sociais - como aposentadorias e planos de saúde - para funcionários públicos, forçando o aumento de impostos para cobrir os custos.
Vara alega, também, que isso abre espaço para que cidades se preocupem apenas com as áreas suburbanas mais lucrativas, deixando as demais desprovidas de serviços públicos.
Para os moradores de Kingsbury, porém, o mais importante é "manter a comunidade viva", alega Shirley Nolen.
"Para outras pessoas talvez não seja muita coisa, mas é o nosso lar."

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Governo limitado

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